As perguntas que aparecem em quase toda primeira conversa, respondidas sem rodeio.
Não. A leitura técnica do contrato e o diagnóstico inicial são gratuitos. Você só decide sobre honorários depois de saber o que pode ser revisto e qual o valor estimado da redução.
Não. A revisão pode ser feita com o contrato em dia — inclusive é a situação mais confortável, porque não há risco de apreensão em curso durante a discussão.
Em muitos casos sim, mas o prazo é curto. Procure a análise imediatamente: há discussão possível sobre a mora, o valor a ser purgado e a permanência com o bem.
Reúna o extrato com o bloqueio e, se houver, a intimação ou o número do processo, e procure a análise imediatamente — o bloqueio costuma vir de execução ou de cobrança judicial em curso. Verificamos a origem, o valor bloqueado e se ele respeita os limites da lei: valores de natureza salarial, aposentadoria e a poupança até o teto legal têm proteção, e o excesso pode ser questionado com pedido de desbloqueio.
A discussão em si não gera negativação. O que consta nos cadastros é o inadimplemento, quando existe. Avaliamos esse ponto no diagnóstico e explicamos o cenário antes de qualquer passo.
Depende do caminho. Uma negociação direta pode se resolver em semanas; uma ação judicial de revisão segue o tempo do Judiciário. Informamos a expectativa realista no diagnóstico.
São apresentados por escrito antes da contratação, com o que está incluído e quando é devido. Nada é cobrado na etapa de análise.
O contrato assinado, o extrato ou carnê de pagamentos, documento de identificação e, quando houver, a citação do processo. Com isso já conseguimos fazer a análise inicial.
Não. Nenhum resultado é garantido antes do cálculo — e se o contrato não tiver abusividade, dizemos isso na primeira conversa em vez de abrir um processo.
Envie o contrato e o extrato pelo WhatsApp. A primeira leitura não tem custo e não gera compromisso.